O poder da mulher que ora

O Poder da Mulher que Ora é um livro leve, harmonizo como deve ser. Nele a  consagrada autora Stormie Omartian revela como Deus pode trazer respostas para as nossas perguntas mais angustiantes. Isso para quem crer, é claro!

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Com suas orações, podemos descobrir como Deus pode aplainar nosso caminho, acalmar as tempestades e simplificar as coisas que parece demais para nós resolvermos.

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Fazendo sua leitura e orando ao mesmo tempo, percebi que devemos pedir perdão pelas vezes em que fracassamos e que o culpamos por coisas que aconteceu em nossas vidas, coisa que escolhemos e depois ficamos querendo que Deus e o mundo paguem por nossas escolhas insensatas.

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Devemos pedir para que ele nos capacite para a amar nossos inimigos, conforme ele ordenou em sua palavra e ensinamos a abençoar os que nos amaldiçoam e nos perseguem. Eu particularmente acho muito difícil essa parte.

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Segundo as belíssimas orações, devemos lembrar-nos de orar por aqueles nos magoaram e nos ofenderam a fim de ter um coração terno para com eles. não devemos nós tornar pessoas duras e amargas pelo rancor , fazendo nos  pessoas que não tarda em perdoar, nos capacitando a viver de acordo e obediência  a tua palavra,para que não tropeçamos e venha a cair.  Assim, tudo que desejamos em nossas vidas pode ser encontrado em Deus.

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Desta feita, devemos reservar um tempo para Deus a cada dia para estamos com ele a sós, pois só e é nosso refugio. fortaleza.auxílio,consolo,advogado,amigo e salvação.

Amei ler e orar as orações deste livrinho.

Recomendável para quem crer, para quem é curioso ou estudioso da fé…

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O Alcorão: livro sagrado do Islã

Sempre tive curiosidade sobre o Alcorão, assim com a Bíblia o Alcorão ou Corão é o livro espiritual sagrado do Islã (submisso ou entregue a vontade de Deus), que significa uma obra sagrada revelada por Deus por Excelência. Sua formação contém cento e quatorze suratas ou capítulos, estes divididos em versículos. Acredita-se que este livro sagrado seja a revelação de Deus a Maomé através do anjo Gabriel que lhe ditou por vinte e três anos de 610 a 632 DC.

As suratas reveladas a Maomé em Meca antes da hégira data da migração do profeta da cidade de Meca para Medina no ano de 622 DC, data que inicia o calendário islâmico, dizem respeito das normas das crenças em Deus, nos anjos, nos livros sagrados, nos mensageiros de Deus e no dia do juízo final, enquanto as reveladas em Medina falam sobre os rituais e à jurisprudência.

Após a morte de Maomé, Zaid Ibn Sâbet reuniu as citações no único volume ao qual conhecemos hoje e que por sinal guia mais de um a cada seis habitantes do planeta. Cheio de parábolas, metáforas e muitos paralelos com relatos da Bíblia: Abraão, por exemplo, é mencionado cerca de setenta vezes em mais de vinte e cinco suratas diferentes e a surata quatorze tem o seu nome como título.

Ainda são mencionados: Adão, Noé, Ismael, Ló, José a quem é dedicada a surata doze), Moisés cujo nome ocorre em trinta e quatro suratas, Saul, Davi, Salomão, Elias, Jó, Jonas (nome da surata dez), Zacarias, João Batista, Jesus e Maria; o relato da criação, de Sodoma e Gomorra, o dilúvio.

O alcorão é o centro da cultura islâmica, dos movimentos filosóficos e de todas as suas atividades intelectuais, ler este livro é entender o povo muçulmano, portanto ler, estudar e meditar sobre as palavras do Corão é conhecer as tradições, o modo de pensar do povo muçulmano.

É um livro interessante, semelhante a Bíblia, pode ser lido de várias formas, eu li como um livro comum, nada de fantasia, uma leitura neutra, sem valores de juízo, foi uma forma de conhecer a cultura de um povo, só isso.

Recomendável!

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A lei do triunfo

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Eu simplesmente amei esse livro. Lembro-me que a primeira coisa que fiz ao escolhê-lo para ler foi observar seu tamanho, A Lei do Triunfo é um daqueles livros enormes e pesados, mas nem por isso assustador, sei que alguns leitores tem medo de livros grandes com muitas páginas, mas não eu… Adoro mesmo é o conteúdo seja ele grande ou não, importante é o desdobramento do assunto.

A Lei do Triunfo é um sucesso editorial que rendeu fama e fortuna ao seu autor e não deveria ser diferente, a obra cita dezesseis leis que podem ajudar as pessoas a transformarem suas vidas de forma surpreendente e estas leis transformaram a minha vida…

Para transformar vida, Napoleon Hill fez uma enorme pesquisa e ouviu dezesseis mil pessoas de todas as classes sociais entre elas as mais notáveis tais como: Thomas Edison (inventor da lâmpada), F.M. Woolworth (proprietário das Lojas Americanas), John Rockfeller (homenageado com o Rockfeller Center) e Andrew Carnegie (homenageado com o Carnegie Hall).

O livro apresenta o sucesso numa linguagem objetiva e profunda, os fundamentos do êxito de pessoas que triunfaram em diversos segmentos e ousaram agregar valores a suas vidas e às vidas alheias.

A Lei do Triunfo é um daqueles livros que tem sido adotado por grandes corporações e pessoas empreendedoras em todo o mundo. Pessoas estas que sabem o valor de um sonho e não temem as provações aplicadas pela maior universidade da qual temos conhecimento: a vida.

Um livro permeado, ao longo das suas inúmeras páginas por poemas e pensamentos que dão um colorido a este verdadeiro curso que ensina o caminho do triunfo a partir de experiências realistas de pessoas que jamais desistiram dos seus propósitos.

A Lei do Triunfo é um livro ousado, no mínimo, um tratado psicológico, um reducionista, pode ser considerando um livro de pesquisas sobre nosso comportamento cotidiano. Um livro espetacular que nos orienta nos conduz a uma vida plena e feliz.

A questão dos livros de auto-ajuda ou livros motivacionais é a prática, geralmente as pessoas lêem e não praticam, depois ficam reclamando e mal dizendo a obra. É necessário crer e praticar e não ficar de braços cruzados esperando acontecer. A teoria sem a prática não é só informação.

Leia, creia e pratique depois só viver os resultados. Eu vivi de fato.

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A Cabana

Nunca entendi porque o livro A Cabana, de William P. Young, foi tão famoso, e porque ficou entre os mais vendidos por várias semanas; agora entendo, talvez seja por ser uma obra voltada para espiritualidade tão almejada e tão distante em nosso tempo ou talvez devido ao filme….

Enfim, para início de conversa, não me interessei muito, a começar pela capa, uma cabana aos pedaços, no meio no nada, rodeada de neve, com uma luz sobre ela, local de um assassinato brutal e não solucionado…hum…

Sinceramente não pensava em ler este livro, talvez um dia, achei que fosse tipo Zibia, Sabrina ou outro gênero que não aprecio muito, mas acabei cedendo e o livro não me surpreendeu. Não que ele seja ruim, é até certo ponto interessante, a leitura é fácil, perto dos livros que acostumo ler, é mamão com açúcar…cultura de massa…minha ex-professora me indicou, achei que seria bom, já que vivi uma tragédia semelhante ao personagem…

Afinal, quem nunca se perguntou o porquê de Deus permitir tantas coisas ruins acontecerem, principalmente com pessoas boas e muitas vezes com alguém tão inocente, como a filha de Mack; por que tanta maldade e sofrimento no mundo?

Após quatro anos sofrendo a perda da filha, Mack tem a chance de ter respostas para tamanha tristeza e outras dúvidas sobre sua vida, ele entra nesse mistério que pode mudar sua vida e até possível fazê-lo aceitar esse terrível fato.

Não gostei do livro porque ele fica muito maçante na parte que Mack inicia a conversa com Deus, dá muitas voltas, não é objetivo, sinceramente é muito chato, no livro Deus é muito “bonzinho”.  O livro é melodramático, muito detalhista…. as dúvidas são tão comuns, o Mack demora muito para questionar sobre o assassinato da filha, ele é muito parado….é cansativa a espera de seus questionamentos, por outro lado, “Deus” é lento, passivo, fica esperando ele fazer suas perguntas, e ele não faz…

Talvez eu não tenha entendido, além disso não gosto desse estilo, sei lá…de qualquer forma, pretendo assisti o filme, quem sabe tenho uma outra visão da obra.

Mas quem quiser ler, boa leitura!!!